RIAS - Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens

O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Devolução à Natureza de 5 melros-pretos e uma pega-azul

Devolução à Natureza de 5 melros-pretos (Turdus merula) e uma pega-azul (Cyanopica cooki)
Quinta de Marim - Olhão
20 de Junho de 2017


Estes cinco melros e a pega-azul chegaram-nos por serem pequenas crias ainda sem capacidade para voar ou sobreviverem sozinhas. A sua passagem pelo RIAS consistiu em fornecer alimentação adequada de 2h em 2h até comerem sozinhas. Posteriormente, foram submetidas a treinos de voo.

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Devoluções à Natureza de dia 19 de Junho de 2017

Devolução à Natureza de três andorinhões-pretos (Apus apus) e uma andorinha-dos-beirais (Delichon urbica)
Quinta de Marim - Olhão
19 de Junho de 2017



Três crias de andorinhão-preto e uma andorinha-dos-beirais foram encontradas depois de ter caído do ninho. Um dos andorinhões foi encontrado ainda sem penas e com os olhos fechados (ver foto abaixo).
A sua recuperação consistiu em fornecer alimentação adequada até que crescessem todas as penas necessárias ao voo.

Cria de Andorinhão-preto ainda sem penas (Foto: Centro de Ciência Viva do Algarve)
Foram devolvidos à natureza por quem encontrou um dos animais e por colaboradores do RIAS.





Devolução à Natureza de uma poupa (Upupa epops)
Quinta de Marim - Olhão
19 de Junho de 2017



Uma poupa foi encontrada por um particular. Tinha uma asa fracturada pelo que foi necessário fazer ligadura para imobilizar a fractura e permitir uma correcta ossificação. 
Após retirar a ligadura foi submetida a treinos de voo. 



Foi devolvida à natureza por voluntários e colaboradores do RIAS.


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Devolução à Natureza de 5 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
19 de Junho de 2017



Três destas gaivotas ingressaram no RIAS devido a debilidade e doença. Estavam muito fracas para se alimentar sozinhas ou manter de pé. A sua recuperação consistiu em alimentação assistida até ganharem forças.


As outras duas tinham feridas na asa, sendo que uma foi atingida por tiro e apresentava também fractura. As feridas foram limpas e desinfectadas e foi administrado anti-inflamatório. No caso da gaivota com fractura foi também necessário imobilizar a asa afectada.

No final da recuperação foram todas submetidas a treinos de voo.
Foram devolvidas à natureza por voluntários e técnicos do RIAS.